Como a Universidade pode driblar o índice de desemprego entre alunos e egressos

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As bruscas mudanças que o mercado de trabalho tem enfrentado diante da crise sanitária em decorrência da Covid-19 afetaram um público específico: egressos recém-formados. 

 

O mercado de trabalho atual para alunos e recém-formados

Se o desemprego faz parte da realidade de 14,7% da população, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes ao primeiro trimestre deste ano, para recém-formados que possuem entre 18 e 24 anos, essa taxa saltou para 29.8% já no último trimestre de 2020.

Os dados são reforçados por uma pesquisa do Núcleo Brasileiro de Estágios (NUBE) realizada com 8.465 brasileiros formados entre 2019 e 2020. Desses, apenas 14,87% estão empregados em suas respectivas áreas de formação, frente aos 27,02% de dois anos atrás (formados entre 2014 e 2018), totalizando uma redução de 44,96%.

Ou seja, mais da metade desses egressos estão desempregados (52,12%), e dos 43,05% que estão atuando no mercado, apenas 19,93% executam atividades pertinentes à sua área. Para eles, o estágio no currículo não foi um diferencial, já que 60,81% dos entrevistados fizeram estágio durante a faculdade. 

Aliás, 65,71% alegaram que a maior dificuldade de colocação é justamente a falta de experiência que muitas vezes o candidato sequer teve a chance de adquirir. Diante deste cenário, nada mais natural do que os alunos, e especialmente os egressos, sentirem-se frustrados e ansiosos na busca do emprego em sua área. 

 

Momento de crise = oportunidade

O momento é de crise, mas também de oportunidade. Ainda que o diploma universitário não seja a garantia de colocação no mercado de trabalho, a instituição de ensino superior serve como um fio condutor ao longo do processo de empregabilidade e trabalhidade para muito além da formação do aluno.

A exemplo daquilo que a área de carreiras propõe: alinhar-se melhor ao que o mercado procura garantindo que seus alunos se engajem com as ações promovidas e se desenvolvam profissionalmente, oferecendo todo o amparo necessário. É de suma importância a implementação desta área na Universidade de modo que esteja diretamente ligada ao plano pedagógico.

Desta forma, é possível oferecer o suporte que cada aluno precisa considerando suas metas de carreira, o caminho que precisa trilhar até os objetivos, quais competências desenvolver e como alcançar mais rapidamente seus interesses. 

E o mais importante é não só ajudar o estudante ou egresso a entrar no mercado, mas também a se estabelecer nele, tornando-se um profissional diferenciado e menos suscetível ao desemprego. 

O resultado é o chamado “win win”: alunos e egressos saem ganhando, o mercado de trabalho e a própria instituição, ao captar mais alunos, retê-los, bem como manter uma relação com os egressos, aproximando-os aos programas de educação continuada. 

 

Como reverter este cenário e aproximar alunos e egressos ao mercado de trabalho? 

Com os dados apresentados no início deste artigo, comprova-se que o investimento na área de carreiras da Universidade é imprescindível. As soluções da Symplicity facilitam esse processo de um modo estratégico e automatizado, aproximando a instituição aos empregadores.

Por meio de uma consultoria completa, levantando e analisando dados, estabelecendo objetivos e indicadores de desempenho, obtêm-se os resultados com o diagnóstico de empregabilidade. A partir daí, é possível tornar a estratégia mais assertiva com um plano faseado tanto na área de carreiras quanto nos cursos.

Com o apoio do poderoso software Symplicity Enterprise CSM, é possível simplificar e acompanhar o desenvolvimento desse plano de um modo individual e holístico, integrando toda a instituição. 

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